Neste Dia Nacional de Combate à Dengue, celebrado em 23 de novembro, somos convidados a refletir e agir contra um velho inimigo que insiste em nos desafiar: o Aedes aegypti. O Rio de Janeiro, que já enfrentou períodos críticos de epidemia, como os picos de casos em 2008, 2013 e 2019, está novamente no centro das preocupações com uma alta recorde de registros em 2023. O alerta se torna ainda mais grave com a chegada do verão, período que historicamente concentra o maior número de casos da doença.
A experiência nos mostrou que o combate à dengue exige um esforço coletivo. Enquanto o poder público intensifica campanhas e ações de prevenção, a população desempenha um papel indispensável ao eliminar os focos de água parada e adotar medidas de proteção. E agora, contamos com uma ferramenta poderosa na rede pública de saúde: a vacinação para crianças entre 10 e 14 anos. Garantir a imunização desse grupo é proteger não apenas as famílias, mas toda a comunidade.
Na minha trajetória no Legislativo, participei em diversas ações pelo combate ao mosquito Aedes aegypti em todo o estado, além das medidas para a saúde do Estado ter condições de atender a demanda crescente nos períodos críticos. Iniciativas de prevenção e conscientização nos municípios como a realização de mutirões periódicos, campanhas educativas nas escolas e a destinação de recursos para a pesquisa de tecnologias inovadoras no controle do vetor. Essas ações reforçam que a luta contra a dengue não é sazonal; é um compromisso contínuo.
É importante lembrar que o combate deve ser direcionado ao mosquito Aedes aegypti não é apenas responsável pela transmissão da dengue, mas também de outras doenças graves como a chikungunya, o zika vírus e a febre amarela urbana. Esses vírus trazem sérias consequências para a saúde, desde dores incapacitantes, microcefalia em bebês de mães infectadas pelo zika, até complicações mais graves que podem levar à morte. Por isso, combater o mosquito é proteger toda a população contra múltiplas ameaças, reforçando a necessidade de vigilância constante e prevenção em cada lar, bairro e cidade.
Lembre-se: vencer a dengue depende de todos nós. Já enfrentamos epidemias antes e conseguimos superar desafios graças à união e à conscientização da sociedade. Agora, precisamos repetir e reforçar essa mobilização. Elimine focos, vacine suas crianças e seja parte da solução.
E você, o que acha que poderia ser feito para combater ainda mais efetivamente o Aedes no Rio de Janeiro, e no seu bairro? Deixe sua opinião nos comentários e participe dessa discussão. Juntos, podemos vencer mais essa batalha!

