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DEPUTADO MARCUS VINÍCIUS QUER DISCUTIR DIREITOS DE PERSONAL TRAINERS

Publicado: Terça, 19 Abril 2016

Para discutir o projeto que proíbe as taxas que a maioria das academias cobra dos profissionais que atuam com personal trainers, o deputado estadual Marcus Vinícius Neskau (PTB) enviou um ofício (65/2016) à Comissão de Trabalho, Legislação Social e Seguridade Social da Assembleia Legislativa do Rio.

O parlamentar, autor da proposta legislativa que vislumbra o fim da comissão, retirou o projeto de pauta em plenário durante sua primeira votação para que o assunto pudesse ser melhor debatido com os interessados. “Solicitei ao presidente da comissão que convoque a audiência para que possamos ouvir não só os profissionais, que mesmo intimidados já estiveram em diversas reuniões no gabinete, como também o Conselho Regional de Educação Física (CREF), o Sindicato dos Profissionais de Educação Física (Sinpef) e o Ministério Público do Trabalho (MPT), por exemplo. É importante que a gente consiga encontrar um equilíbrio para ambas as partes, mas certas distorções de valores que foram denunciadas ao mandato não podem continuar”, afirmou Marcus Vinícius.

O deputado lembrou ainda que o objetivo da reunião é unir outros projetos em tramitação na Casa, como o que busca autorização de personal trainers em qualquer estabelecimento junto ao aluno, mesmo quando o profissional não for contratado da academia. “Os deputados, autores de projetos sobre temas semelhantes, se manifestaram a favor da discussão conjunta para que talvez possamos unir todas as informações num mesmo projeto que seja bom para os profissionais, sem que cause tantos prejuízos às academias. Por isso é importante que a discussão seja feita com todos os interessados, de ambos os lados, para chegarem a um denominador comum, com nossa ajuda”, explicou. Marcus Vinícius lembrou ainda que foi oficiado pelo Ministério Público do Trabalho, na última semana, para ajudar em uma investigação sobre o desrespeito de direitos aos profissionais. Segundo denúncia feita ao órgão, algumas grandes redes não estariam cumprindo férias, pagamento de horas extras, nem de vale-transporte.